Calcata, Itália

04/02/08

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Foto: Chris Warde-Jones para o The New York Times

O ano em Fotos

30/12/07

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Ashley Gilbertson para o Nytimes

2007: The Year in Pictures. O New York Times apresenta uma seleção de fotos que resumem as estórias mais importantes do ano (para eles). É muito bem feito, cada tema é apresentado através de muitas fotos acompanhadas de um narração, em geral dos fotógrafos. É mais um exemplo de como a fotografia pode ser útil na WEB de uma forma única, insubstituível pelo vídeo. A narração acompanhada pelas fotos dá ao leitor tempo para refletir sobre o tema. Fotos fazem pensar. Esse tipo de uso da fotografia também pode ser encontrado em outros sites, por exemplo no Magnum in Motion, ou no MediaStorm.

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Não sou muito fã do Evanescence, mas essa foto por Sergio Carvalho/Folha Imagem ficou “Show” !

Dê uma olhada, tem uma galeria no site da National Geographic, fotos de Robert B. Hass. A minha preferida:

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Península de Yucatán: flamingos no golfo do México

As fotos fazem parte do livro Through the Eyes of the Condor: An Aerial Vision of Latin America, publicado pela National Geographic Society e que também foi tema de uma reportagem na National Geographic Magazine.

Hamburgo

08/10/07

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Axel Koester para o The New York Times

Point and Shoot

30/09/07

Reportagem interessante no RG: DPI. O fotógrafo Alex Majoli cobriu nos últimos anos as guerras no Congo e no Iraque, que lhe renderam os mais prestigiosos prêmios de jornalismo dos EUA: U.S. National Press Photographers Association’s Best of Photojournalism, Magazine Photographer of the Year Award e o U.S. Overseas Press Club’s Feature Photography Award. Incrivelmente, as fotos que lhe valeram tudo isso foram feitas com câmeras básicas, “point ‘n’ shoot, mais especificamente uma Olympus C-5050. Segundo ele, estas câmeras básicas servem bem para o trabalho jornalístico em regiões atribuladas porque são leves e possuem foco infinito, facilitando a tarefa de tirar fotos rapidamente em momentos de conflito. O tamanho diminuto as tornam menos agressivas e facilitam a aproximação com os moradores das regiões a serem documentadas, em geral em guerra e portando com uma população avessa a estrangeiros e especialmente repórteres.

O lado ruim das câmeras básicas é a imagem com pouco contraste, “flat”, portanto Majoli admite ter alterado um pouco os níveis de cor das fotos para conseguir algo mais próximo do preto obtido do filme. Além disso, possuem uma resposta baixa, isot é, demoram muito a fazer a foto após o botão ser pressionado. A reportagem toda é grande e detalha mais as técnicas usadas pelo fotógrafo para adaptar a câmera básica às necessidades do jornalismo de campo.

A lição mais uma vez é que o equipamento não é tão essencial assim em fotografia, o olhar continua soberano. Claro que um equipamento melhor facilita a vida, mas não cria as fotos boas: simplesmente você terá menos trabalho para tirá-las, se for capaz de fazê-lo. Recado bom para o pessoal que passa meses discutindo como a nova lente x vai melhorar a sua fotografia, etc.

Scene

24/09/07